Prefeitura de Limeira inicia programa de arborização urbana

Todas as espécies utilizadas no programa são apropriadas para calçadas, canteiros centrais de avenidas, acessos, rotatórias e foram definidas após rigoroso estudo respeitando as eventuais interferências como trânsito e fiação elétrica.  Foto: Adilson Silveira

Todas as espécies utilizadas no programa são apropriadas para calçadas, canteiros centrais de avenidas, acessos, rotatórias e foram definidas após rigoroso estudo respeitando as eventuais interferências como trânsito e fiação elétrica.
Foto: Adilson Silveira


O plantio de árvores de espécies nativas realizado na manhã de quinta-feira (26) na rotatória localizada no Anel Viário, próxima à empresa CP Kelco marca o início do programa de arborização urbana. No local foram plantadas 13 mudas de Sapucaia (Lecythis pisonis) – árvore de grande porte, nativa da Mata Atlântica, que tem como principal característica a coloração rosa nas folhas novas. “O programa será implantado de forma gradativa em todas as áreas passíveis de arborização que ainda não foram exploradas”, disse o prefeito de Limeira Mario Botion.
Devido a chuva, não foi possível realizar o plantio de árvores também em outra rotatória que fica na saída para Cordeirópolis, mas a secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente já programou a ação para amanhã (27), a partir das 9h. Nesta rotatória serão plantadas três mudas de Sapucaia e sete de Pau-de-Rosas (Physocalymma scaberrimum) – árvore rústica de arquitetura piramidal, nativa do Cerrado, conhecida também como a “Cerejeira do Cerrado”, sendo mais adequada ao nosso clima que a conhecida “cerejeira do Japão”.

Todas as espécies utilizadas no programa são apropriadas para calçadas, canteiros centrais de avenidas, acessos, rotatórias e foram definidas após rigoroso estudo respeitando as eventuais interferências como trânsito e fiação elétrica. O programa está sendo viabilizado por meio de compensações ambientais pagas por empresas.

Anelamento
Sempre que for necessário, o plantio das novas mudas receberão uma proteção mecânica, feita a partir de pedaços de canos de PVC, para evitar o anelamento do tronco por roçadeiras que fazem o corte da grama.
“Para a manutenção de todas as suas atividades metabólicas, as plantas necessitam transportar uma grande variedade de substâncias de uma região para outra. Por desconhecimento ou desatenção, jardineiros acabam anelando as plantas durante o corte da grama e isso acarreta na morte da árvore, já que a retirada de um anel de casca do caule interrompe o fluxo de seiva elaborada, produzida pelas folhas através da fotossíntese para a nutrição das raízes”, explicou o secretário de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Paulo Trigo.
A prática do anelamento com finalidade de matar uma árvore é crime ambiental e está sujeita a multa de 30 UFESP (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo) – que corresponde a R$ 752,10.




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