Trecho na Anhanguera receberá melhorias para travessia de pedestres

Crédito: Divulgação

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O prefeito Paulo Hadich e o deputado federal Miguel Lombardi garantiram melhorias e mais segurança para a travessia de pedestres no trecho do km 134,5 da via Anhanguera (SP-330), altura dos bairros Jaguari e Lopes. O objetivo ainda é a construção de uma passarela.

O assunto foi tratado em reunião realizada nesta segunda-feira, 29 de fevereiro, na Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), em São Paulo. Também foram discutidas a necessidade da implantação de marginais na Anhanguera no trecho de Limeira e a inclusão do Anel Viário no contrato de concessão entre governo do Estado e Intervias.

Segundo o prefeito Paulo Hadich, a implantação da terceira faixa da Anhanguera tornou a travessia de pedestres mais perigosa, por isso é necessário que uma passarela seja implantada com urgência na altura do km 134,5. Estudos da Artesp apontam que a obra só seria possível se atingisse o número de 80 pedestres por hora atravessando o local. “Mas não podemos esperar este número, sob o risco de termos muitas mortes”, afirmou.

O deputado federal Miguel Lombardi disse ainda que a presença de escolas, unidade de saúde, empresas e igrejas na região fazem com que muitas pessoas atravessem naquele trecho. “Enquanto não se constrói uma passarela, é preciso medidas de segurança para os pedestres”, declarou.

De acordo com o diretor de Investimentos da Artesp, Theodoro de Almeida Pupo Jr., o processo para a implantação da passarela já está em análise, mas ainda não atingiu o número de 80 pedestres por hora estabelecido no contrato de concessão com a AutoBan. No entanto, uma sinalização especial, com travessia de nível e iluminação, será implantada. “Podemos ainda controlar a velocidade e verificar se é caso de radar fixo ou estático. O fundamental é que seja dada uma resposta à população e vamos tomar as medidas o mais rápido possível”, falou.

MARGINAIS
Outro assunto tratado foi sobre a necessidade da implantação de marginais na Anhanguera, no trecho de Limeira. Conforme Hadich, a obra é bastante importante para o desenvolvimento da região, mas ficou fora do contrato de concessão, diferente de outras cidades. “Limeira é a próxima fronteira do desenvolvimento do Estado. Temos ao longo da Anhanguera muitas áreas a serem ocupadas, diferente de outros municípios, que possuem marginal sem ter esse tipo de área”, observou.

O diretor da Artesp informou que a questão já vem sendo estudada e que as obras girariam em torno de R$ 400 milhões. Por conta do valor elevado, seria preciso um reequilíbrio no contrato de concessão, o que depende de análises jurídicas, que estão em andamento.

ANEL VIÁRIO
O prefeito cobrou ainda a inclusão do Anel Viário no contrato de concessão da Intervias, já que o trecho, de 18 quilômetros, é a extensão urbana da SP-147, dividida entre as rodovias Engenheiro João Tosello (Limeira-Engenheiro Coelho) e a Deputado Laércio Corte (Limeira-Piracicaba). “O Anel Viário faz parte da SP-147, mas não entrou no aditamento do contrato e não recebe nenhuma manutenção da concessionária, embora tenha todo o impacto negativo causado por estas rodovias”, citou.

A Artesp irá realizar um levantamento de custos para verificar o impacto financeiro desta inclusão, que envolverá ainda negociações com a Intervias.

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