Um funcionário terceirizado da Enel foi preso na última quarta-feira (11) após ser flagrado cobrando R$ 2.500 para religar a energia de um estabelecimento comercial em São Paulo. O caso gerou grande repercussão após o boletim de ocorrência revelar que o funcionário, identificado como Alex Rodrigues Nogueira, restabeleceu a energia em menos de 15 segundos após receber o pedido de propina.
A prisão ocorreu depois de a vítima denunciar a cobrança ilegal à polícia. Segundo informações obtidas pelo UOL, o funcionário havia sido abordado para religar a energia do local, mas condicionou o serviço ao pagamento da quantia em dinheiro.
Serviço realizado com rapidez após solicitação de propina
A situação gerou espanto, já que o religamento da energia foi realizado de forma extremamente rápida. O boletim de ocorrência revela que Nogueira fez o serviço de religação de forma instantânea, como se o pagamento fosse o único impedimento para o processo ser realizado.
O funcionário foi preso em flagrante após a vítima entregar o valor acordado para a propina. O caso está sendo investigado, e a Enel, empresa responsável pela distribuição de energia elétrica, ainda não se manifestou oficialmente sobre o incidente.
Implicações do caso e reação pública
A prisão de Nogueira levanta questões sobre a ética e fiscalização em empresas terceirizadas prestadoras de serviços essenciais. A Enel, que contratou a empresa terceirizada responsável pelo funcionário, deve se posicionar sobre as medidas que tomará para evitar casos semelhantes no futuro.
