Polícia investiga morte de professora após uso de piscina em academia da Zona Leste de São Paulo

Rafael Mendonça
Foto: Divulgação/PC

A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte da professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, após ela utilizar a piscina de uma academia localizada no bairro Parque São Lucas, na Zona Leste da capital. A principal linha de apuração é a suspeita de vazamento ou uso irregular de cloro na água.

Quem era a vítima

Juliana Faustino Bassetto tinha 27 anos e atuava como professora. Ela frequentava a academia acompanhada do marido, que também participava de aulas de natação no local.

Após o contato com a água da piscina, Juliana passou mal e precisou de atendimento médico. Ela morreu horas depois.

O que aconteceu na academia

Segundo o registro policial, o caso ocorreu no sábado (7). Juliana e o marido relataram que, durante a natação, perceberam que a água da piscina apresentava odor e gosto diferentes do habitual.

Relato de mal-estar após a natação

Após saírem da piscina, ambos passaram a apresentar sintomas de mal-estar e comunicaram o professor responsável pela aula. Em seguida, decidiram buscar atendimento médico.

Atendimento médico e morte da professora

O casal foi levado ao Hospital Santa Helena, em Santo André. No local, o estado de saúde de Juliana se agravou rapidamente e ela sofreu uma parada cardíaca.

Apesar das tentativas de reanimação, a professora não resistiu e morreu.

Outras pessoas passaram mal na mesma piscina

Além de Juliana, o marido da vítima segue internado em estado grave. Um adolescente de 14 anos também apresentou sintomas após utilizar a mesma piscina e está hospitalizado na região da Vila Alpina.

Adolescente foi incluído na investigação

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o caso do adolescente foi incorporado ao inquérito após a confirmação de que ele também teve contato com a água da piscina antes de passar mal.

Investigação da Polícia Civil

A investigação está sob responsabilidade do 42º Distrito Policial (Parque São Lucas). A principal hipótese analisada é a de vazamento de cloro ou falha no controle químico da água da piscina.

A polícia aguarda laudos técnicos e periciais para confirmar a causa da morte e esclarecer se houve negligência por parte da academia.

O que diz a academia

Em nota, a academia C4 GYM informou que lamenta o ocorrido, afirmou que prestou atendimento imediato às pessoas envolvidas e que está oferecendo suporte às famílias.

A empresa também declarou que está colaborando integralmente com as autoridades e fornecendo todas as informações solicitadas durante a investigação.

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